Quimioterapia, radioterapia e a baixa salivação

Aparelho de quimioterapia. Fonte da imagem: Flickr (Jan Charles Linus Ekenstam)
Um dos sintomas desagradáveis do tratamento quimioterápico e radioterápico é a xerostomia (baixo fluxo salivar). Poucas pessoas que fazem ou fizeram estes tipos de tratamento sabem que a sensação de secura bucal, dificuldade de engolir e de falar é consequência do tratamento. Com isso, poucas pessoas procuraram o alívio ou solução para este grande desconforto.
O fluxo salivar normal está em torno de 2,5 a 3,5 ml/min, sendo que o valor encontrado em quem está sob efeito destes tratamentos pode alcançar o valor de 0,2 ml/min.
Além das sensações desagradáveis já citadas, a cárie pode ser a mais destruidora, já que sem saliva suficiente para que ocorra a lubrificação e limpeza oral, as suas bactérias ficam livres para exercer sem limites seus estragos nos dentes.
No tratamento para estimular o fluxo salivar podem ser usados estimulantes mecânicos, gustatórios ou medicamentosos.
O especialista em halitose também está habilitado a tratar deste desagradável incômodo que pode ser, dependendo da intensidade da xerostomia, resolvida com um grande grau de conforto ao paciente.




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